Mandaloriano e Grogu: Minha Visão Sobre a Nova Aventura Espacial

Eu admito que nunca assisti à saga clássica de Star Wars. No momento, eu ainda estou processando a ideia de maratonar todos os episódios antigos. Por isso, a minha crítica de Mandaloriano e Grogu é focada puramente naquilo que eu vi no cinema nesta semana. O longa-metragem é fofo, muito bem-feito e segue os moldes da atualidade cinematográfica.
Sob o meu olhar leigo, o diretor Jon Favreau (O Rei Leão) entrega uma jornada visualmente impecável. A fofura extrema do Grogu me conquistou logo no início. Eu fiquei hipnotizado pelas orelhas grandes e pelos olhos expressivos da criatura. Esse carisma do boneco compensa qualquer falta de contexto histórico da minha parte.
Minhas Impressões na Crítica de Mandaloriano e Grogu
Eu também prestei muita atenção na participação do astro Pedro Pascal (The Last of Us). O rosto do ator aparece menos de cinco minutos na tela inteira. No restante do tempo, o personagem usa a icônica máscara metalizada do guerreiro. Então, eu avaliei a atuação dele apenas pelos gestos e pela imponente voz abafada.
Mas eu percebo que o filme fofo já enfrenta problemas nas bilheterias. Eu noto que ele está sendo engolido por Backrooms e Obsessão nos cinemas. Essas tramas de suspense e terror atraem mais o público jovem agora.
Além disso, eu sei que o cenário vai piorar bastante nos próximos dias. Essa aventura espacial será devorada por Mestres do Universo, que estreia nesta semana. Eu sugiro que você corra para o cinema se quiser ver o Grogu. Afinal, eu saí da sala de exibição leve e divertido com a experiência.

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