A Empregada: um thriller que prende a atenção

A Empregada, com estreia marcada para 1 de janeiro, já está em cartaz em diversos cinemas brasileiros. Assisti ao filme em Chapecó (SC) e a sala estava lotada. Isso demonstra o sucesso da história. Desde o início, o filme entrega um thriller doméstico repleto de segredos. Millie (Sydney Sweeney, Euphoria) aceita trabalhar para a família Winchester, composta por Nina (Amanda Seyfried, Mamma Mia!) e Andrew (Brandon Sklenar, É Assim que Acaba).
A Empregada: Entre Segredos e Reviravoltas
A trama se desenrola de forma intrigante, revelando que o recomeço de Millie carrega algo errado. Paul Feig, conhecido por suas narrativas de intrigas, traz um exagero que se torna essencial. As duas primeiras partes do filme fluem bem, mas logo a história se torna um “eita” atrás de “eita”. As reviravoltas se acumulam, exigindo uma suspensão de descrença. Embora o público aceite esse pacto, a coerência dramática fica em segundo plano.
Além disso, o filme apresenta clichês elevados à máxima potência. Millie, a jovem empregada, rapidamente se torna objeto de desejo do anfitrião. A dinâmica entre os personagens é intensa, mas algumas situações soam risíveis. Curiosamente, Michele Morrone, da trilogia 365 Dias, aparece pouco e quase como uma figura decorativa.
Apesar dos exageros, A Empregada surpreende. Sydney Sweeney convence como a jovem ingênua, enquanto Amanda Seyfried brilha em seu papel. As reviravoltas, embora absurdas, prendem a atenção do espectador. No final, o filme se revela um “prazer culposo”, divertido e provocante, entregando exatamente a experiência que promete.
Portanto, se você busca entretenimento leve e cheio de surpresas, A Empregada é uma ótima escolha para o seu próximo filme.

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