Taylor Swift lança clipe de ‘Opalite’ mas YouTube fica de fora; entenda

Quatro meses após lançar o álbum “The Life of a Showgirl”, Taylor Swift retornou com o clipe da faixa “Opalite” nesta sexta-feira (6). A artista deu continuidade à nova fase visual do projeto e trouxe a faixa como novo single.
Porém, o clipe está disponível inicialmente apenas no Spotify e na Apple Music, em um lançamento exclusivo nessas plataformas. O vídeo chegará ao YouTube apenas no domingo, dia 8 de fevereiro.
A cantora explicou que a ideia do clipe surgiu durante sua participação no programa “The Graham Norton Show”. Além disso, o elenco do episódio — Domhnall Gleeson, Lewis Capaldi, Jodie Turner-Smith, Greta Lee, Cillian Murphy e o apresentador Graham Norton — participam do vídeo.
Segundo Swift, a ideia caiu de paraquedas em sua imaginação enquanto ela divulgava “The Life of a Showgirl”. Por isso, ela decidiu criar um vídeo inspirado nos anos 90. A cantora ainda comentou que, ao assistir ao clipe, o público talvez reconheça rostos familiares da The Eras Tour, o que adiciona um toque especial para os fãs mais atentos.
— A ideia para o videoclipe de Opalite caiu de paraquedas na minha imaginação quando eu estava fazendo divulgação de The Life of a Showgirl […] Para a minha alegria, todo mundo do programa fez questão de “voltar no tempo” com a gente para os anos 90 e ajudar nesse vídeo. Você talvez até reconheça alguns rostos familiares da The Eras Tour — disse.
Por que “Opalite” virou single
Por outro lado, a ideia de escolher “Opalite” como novo single surgiu também por razões estratégicas, e serviu uma manobra para pontuar para as paradas e conseguir chegar à liderança mais uma vez.
O single “The Fate of Ophelia” liderou a Billboard Hot 100 por dez semanas, e apesar de “Opalite” ser conhecida desde outubro de 2025, a cantora escolheu lança-la como single agora para trazer o projeto de novo ao topo das paradas. Com isso, o clipe foi lançado exclusivamente primeiro no Spotify e na Apple Music depois do YouTube romper sua parceria com a Billboard em janeiro.
A plataforma de vídeos reivindicava igualdade entre streams de assinaturas pagas e streams de usuários gratuitos – que são a maioria. Mas, a Billboard privilegia streams de assinaturas pagas na pontuação de seus rankings, e não aceitou mudar o método. Por isso, nenhuma reprodução do YouTube vale mais para as paradas da Billboard.
Assista ao clipe
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