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10 lendas da música que nos deixaram em 2023

todaydezembro 18, 2023

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Ano após ano perdemos artistas que marcaram gerações com suas músicas, atuações e muito mais. Em 2022, o Brasil perdeu Elza Soares, Jô Soares, Pelé e Papa Bento XVI. Em 2023 não foi diferente, Diversas lendas da música faleceram e deixaram saudade para os milhares de fãs e amantes da música. Confira agora a lista de 10 nomes da música brasileira e mundial que marcaram o ano de 2023 com suas partidas. Afinal, lembrar também é honrar a importância de cada um deles!

1 – Canisso (Raimundos)

Ainda no início do ano, dia 13 de março, o baixista do Raimundos morreu aos 57 anos. Canisso, ou José Henrique Campos Pereira, sofreu uma queda decorrente de um desmaio e foi encaminhado para um hospital, mas não teve sua causa da morte real divulgada.

Com mais de 35 anos de carreira, Canisso esteve presente em sucessos como “Mulher de Fases” e “Eu Quero Ver o Oco”. Mas, a grande surpresa, é que Canisso não acreditava realmente na banda! Na verdade, o músico continuou nela para chamar atenção de Adriana Vilhena, que se tornou sua esposa. Segundo ele, “A banda virou, mas eu nem estava pensando nisso. Eu só queria conquistar a gata”.

Foto: Reprodução

2 – Mark Sheehan (The Script)

Logo após a morte de Canisso, Mark Sheenan, guitarrista do The Script, morreu. Mark foi cofundador da banda irlandesa e morreu no dia 14 de abril, aos 46 anos. Segundo informações da BBC, o músico estava internado enfrentando uma doença, porém, a família pediu privacidade e não divulgou a causa da morte.

A banda, ainda em ativa, inicou as atividades em Dublin em 2001, ao lado do vocalista Danny O’Donoghue e do baterista Glen Power.

Foto: Ollie Millington/WireImage

3 – Rita Lee

A morte da rainha do rock brasileiro foi, com certeza, uma das maiores perdas da música mundial. Aos 75 anos, Rita não resistiu ao câncer de pulmão, e faleceu no dia 8 de maio. A “padroeira da liberdade”, como foi chamada pelo G1 em matéria sobre a sua morte, foi a grande artista que incorporou o tropicalismo no rock brasileiro.

Tanto em sua carreira solo quanto nos Mutantes, Rita instituiu um jeito de ser novo e, além disso, foi transgressora. A mesma achava quase tudo cafona, e era sincera mesmo quando não era solicitado. Com “Mania de Você”, “Lança perfume” e diversos outros sucessos, Rita conquistou o Brasil.

Além disso, mesmo após a sua morte, Rita continua batendo recordes! Com seu livro “Rita Lee: outra autobiografia”, Rita bateu a marca de 1 milhão de exemplares vendidos entre as versões impressas e e-books. Rainha faz assim!

Foto: Reprodução/Instagram

4 – Andy Rourke (The Smiths)

Um dos fundadores do indie-pop, Andy Rourke morreu no dia 19 de maio, após uma longa batalha contra o câncer de pâncreas. O baixista tinha apenas 59 anos. Em 1982, Andy se juntou ao The Smiths e logo fez a diferença na música. Com suas linhas de baixo ágeis e melódicas, Andy foi muito importante para a consolidação do estilo musical da banda.

Morrissey, integrante da banda, confirmou que Rourke “nunca morrerá enquanto sua música for ouvida”.

5 – Chas Newby (ex-The Beatles)

O ex-baixista dos Beatles faleceu também em maio, no dia 24. Chas abandonou a carreira para ministrar aulas de matemática do ensino médio na década de 1960, após uma rápida passagem pelos Beatles.Aos 81 anos, o músico não teve a causa da morte anunciada.

Newby chegou a fazer parte da formação original do grupo, junto de John Lennon, George e Paul, mas o mesmo preferiu voltar à universidade. O biógrafo do Beatles, Mark Lewisohn, disse que Chas era “um homem encantador”.

Foto: BPM Media

6 – Tina Turner

Por aqui, perdemos a rainha do rock brasileiros. Porém, no mundo, também perdemos Tina Tuner, considerada a rainha do rock n’ roll, aos 83 anos. A causa da morte não foi divulgada, mas a cantora faleceu após uma longa doença em sua casa na Suiça.

Entre seus sucessos, Tina Turner marcou com “What’s Love Got to Do with It”, “The Best” e “We Don’t Need Another Hero”. Vencedora de grammys e dona de um número impressionante de mais de 100 milhões de discos vendidos em todo o mundo, Tina surfou do soul ao rock com maestria e faleceu no dia 24 de maio.

Foto: Reprodução

7 – Astrud Gilberto

Aos 83 anos, Astrud faleceu no dia 6 de junho. Sendo um ícone da bossa nova, a artista marcou ao levar o estilo musical para o mundo. Em uma declaração nas redes sociais, Sofia Gilberto, sua neta, afirmou que “Astrud foi a verdadeira garota de Itapema, pois levou a bossa nova para o mundo. Foi a pioneira e a melhor”.

Astrud ganhou o Grammy de Música do Ano em 1965 e se tornou a primeira mulher a vencer nessa categoria. A cantora também venceu diversos outros prêmios e contribuiu para toda uma geração de mulheres que entraram para a música.

Foto: Reprodução

8 – João Donato

Pianista, acordeonista, arranjador, cantor e compositor, João Donato faleceu no dia 17 de agosto, aos 88 anos, no Rio de Janeiro. Através das redes sociais do músico, sua equipe divulgou a morte de forma poética, assim como era João.

“Hoje o céu dos compositores amanheceu mais feliz: João Donato foi para lá tocar suas lindas melodias. Agora, sua alegria e seus acordes permanecem eternos por todo o universo.”

Mesmo com diversos problemas de saúde, João nunca parou de produzir! Com uma criatividade única, o músico compôs para o jazz, samba, funk e muito mais.

Foto: Ana Branco

9 – Tony Bennett

Um dos melhores amigos de Lady Gaga, Anthony Dominick BEnedetto faleceu aos 96 anos. O cantor já vivia com o diagnóstico de Alzheimer desde 2016, mas, mesmo após a doença, não parou de cantar. Tony ganhou 22 prêmios Grammy, dois Emmys e até o fim de sua vida manteve sua voz forte e apaixonante.

Nas redes sociais do mesmo, a produção do artista divulgou sua morte. “Tony nos deixou hoje, mas ainda outro dia ele estava cantando em seu piano, e sua última música foi ‘Because of you’, seu primeiro hit. Tony, por causa de você nós teremos suas músicas em nossos corações para sempre.”

Foto: Reprodução

10 – Lasse Wellander (ABBA)

Em abril, Lasse Wellander faleceu aos 70 anos, após após lutar contra um câncer com metastase. O guitarrista sueco fez parte do grupo ABBA nos anos 70. O artista participou de músicas icônicas como “Mamma Mia!” e, segundo a própria banda, foi muito importante para a banda, devido ao seu talento, carisma e amizade com os outros integrantes.

Em nota, a produção da banda disse que “Lasse foi um amigo querido, um cara engraçado e um excelente guitarrista”.

Foto: Reprodução

Essas foram as lendas da música que nos deixaram em 2023. Que outros nomes marcaram o ano de 2023 pelas suas partidas?

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Escrito por Marina Soares

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